Conheça 10 figuras históricas em Assassins Creed Valhalla que você encontra ao longo da campanha e entenda melhor o papel de cada uma delas dentro da narrativa do jogo.
Uma das marcas mais conhecidas da franquia Assassins Creed (site oficial) sempre foi a forma como ela mistura acontecimentos históricos reais com ficção e como, às vezes, isso até confunde aqueles que estão jogando a ponto de não saberem exatamente oque é fato e o que não é. Desde o primeiro jogo, a série faz questão de colocar o jogador frente a frente com personagens reais, adaptando suas histórias para servir à narrativa criada pela Ubisoft.
Quem jogou Assassins Creed II certamente se lembra dos encontros de Ezio Auditore com figuras como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel. Em Assassins Creed III, Connor caminhava ao lado de George Washington. Já em Unity, Arno convivia diretamente com Napoleão Bonaparte. Essa mistura sempre foi parte essencial da identidade da franquia.
Em Assassins Creed Valhalla, isso não muda. Ambientado durante a era das invasões vikings na Inglaterra, o jogo traz uma grande quantidade de personagens inspirados em figuras reais do período, adaptando suas personalidades, decisões e destinos para caber dentro da história de Eivor e do conflito entre a Ordem dos Antigos e os Ocultos.
Nem tudo o que acontece no jogo corresponde ao que ocorreu fora dele, e isso faz parte da proposta. O objetivo não é recriar a história com precisão absoluta, mas sim usar personagens reais como base para construir uma narrativa própria, cheia de conflitos, alianças e traições. Então, conheça algumas das principais figuras históricas que aparecem em Assassins Creed Valhalla e como elas são retratadas dentro do universo do jogo.
Figuras históricas em Assassins Creed Valhalla
10. Rei Harald Fairhair
Logo no início de Assassin’s Creed Valhalla, o jogador conhece o Rei Harald Fairhair, uma das figuras mais importantes da campanha ambientada na Noruega.

Dentro do jogo, Harald é retratado como o responsável por unificar os diversos clãs da região sob um único domínio. Essa decisão acaba sendo o estopim para o conflito inicial envolvendo Eivor e seu pai, já que nem todos os líderes noruegueses aceitam se submeter ao seu governo.
A postura firme de Harald é apresentada como algo inevitável. Para ele, a unificação é necessária para garantir a sobrevivência da Noruega diante de ameaças externas. No entanto, essa visão entra em choque direto com guerreiros que prezam pela liberdade dos clãs, o que acaba empurrando muitos deles a deixarem a região.
É justamente esse cenário que leva Eivor e seu povo a partirem rumo à Inglaterra. Assim, mesmo não sendo um vilão direto, Harald exerce um papel fundamental na construção do início da história e nas motivações do protagonista.
9. Halfdan Ragnarsson
Halfdan Ragnarsson é um dos líderes vikings mais marcantes presentes em Assassin’s Creed Valhalla. No jogo, ele é retratado como um guerreiro poderoso, impulsivo e extremamente orgulhoso.
Durante a campanha, Halfdan governa partes da Nortúmbria e mantém uma relação turbulenta tanto com seus aliados quanto com seus inimigos. Seu temperamento agressivo o coloca frequentemente em rota de colisão com outros líderes, inclusive com Eivor.

Dentro da narrativa do jogo, Halfdan possui uma ligação direta com o passado dos Isu, sendo apresentado como uma reencarnação de Thor. Essa conexão explica sua força, sua personalidade explosiva e sua obsessão por batalhas, elementos que influenciam diretamente suas decisões ao longo da história.
Sua trajetória é marcada por conflitos internos, desconfiança e pela sensação constante de estar sendo traído, o que acaba levando seu arco narrativo a momentos tensos e decisivos para a região da Nortúmbria.
8. Ceolwulf II
Ceolwulf II aparece em Assassin’s Creed Valhalla como o rei de Mércia após a deposição de Burgred.
No jogo, ele é apresentado como um governante colocado no trono com o apoio dos vikings, o que faz com que muitos o enxerguem como um rei fraco ou manipulável. Apesar disso, Ceolwulf demonstra, em vários momentos, o desejo de governar de forma legítima e proteger seu povo.

Sua relação com Eivor e os invasores nórdicos é complexa. Ele depende deles para manter seu poder, mas ao mesmo tempo tenta preservar sua autoridade diante dos saxões.
Essa dualidade faz de Ceolwulf um personagem interessante, pois ele não é retratado apenas como um fantoche, mas como alguém preso a circunstâncias maiores do que sua própria vontade. Seu arco mostra bem como a presença viking na Inglaterra afetava diretamente as estruturas políticas locais.
7. Ivarr, o Desossado
Ivarr é, sem dúvida, um dos personagens mais intensos e perturbadores de Assassin’s Creed Valhalla.
No jogo, ele é apresentado como um dos filhos de Ragnar Lothbrok e um dos líderes mais violentos entre os vikings. Sua fama o precede, e sua personalidade imprevisível faz com que até seus aliados temam suas decisões.

Ao longo da campanha, Eivor presencia atos extremos cometidos por Ivarr, incluindo traições e execuções brutais. Ele acredita firmemente que a glória só pode ser alcançada por meio da violência, e qualquer tentativa de diálogo é vista como fraqueza.
Sua obsessão por fama e reconhecimento o leva a ultrapassar limites que nem mesmo outros guerreiros consideram aceitáveis. Esse comportamento culmina em um dos momentos mais marcantes do jogo, colocando Eivor diante de uma decisão difícil que reforça o peso moral da narrativa.
6. Guthrum
Guthrum aparece em Assassin’s Creed Valhalla como um dos líderes dinamarqueses envolvidos nos conflitos do leste da Inglaterra.
Durante o arco de East Anglia, o jogador acompanha sua participação em disputas políticas e militares que envolvem diretamente o rei Aelfred. Guthrum é retratado como um líder estratégico, menos impulsivo do que outros vikings, mas igualmente determinado.

O jogo faz referência direta à sua conversão ao cristianismo após um acordo com Aelfred, momento em que passa a ser conhecido como Aethelstan. Esse evento é tratado como um movimento político, uma tentativa de garantir estabilidade e sobrevivência em um território dominado por saxões.
Essa mudança não apaga sua origem viking, mas mostra como alianças e crenças podiam ser moldadas pela necessidade. O arco de Guthrum reforça um dos temas centrais de Valhalla: a adaptação como forma de sobrevivência.
5. Ubba Ragnarsson
Ubba Ragnarsson é outro nome ligado à linhagem de Ragnar Lothbrok dentro do jogo. Em Assassin’s Creed Valhalla, ele é citado como um dos grandes líderes do Grande Exército Pagão, sendo conhecido por sua brutalidade em combate e sua importância nas invasões à Inglaterra.

Sua trajetória culmina na derrota durante um confronto contra forças saxônicas lideradas por Odda. Esse evento é mencionado como um ponto importante da resistência inglesa contra os vikings, mesmo que não seja vivido diretamente por Eivor.
Ubba representa bem o peso que a guerra constante teve sobre ambos os lados. Sua morte simboliza que, mesmo com força e números, os vikings não eram invencíveis, reforçando o clima de instabilidade que domina a Inglaterra ao longo do jogo.
4. Rollo
Rollo aparece em Assassin’s Creed Valhalla como um guerreiro de grande renome, ligado às incursões vikings que se estendem além da Inglaterra. No jogo, ele é associado aos eventos que mais tarde levariam à criação da Normandia, região que se tornaria um dos legados mais duradouros da presença viking na Europa Ocidental.

Rollo é retratado como um líder pragmático, capaz de entender quando a força bruta deixa de ser suficiente. Sua trajetória envolve alianças, negociações e decisões que moldam o futuro de seu povo.
Essa representação reforça a ideia de que nem todos os vikings buscavam apenas saque e destruição. Alguns viam a conquista como uma forma de construir algo duradouro, mesmo que isso exigisse mudanças profundas em seu modo de vida.
3. Rei Oswald
Em Assassin’s Creed Valhalla, Oswald é apresentado como um jovem líder ligado à região de East Anglia.
Diferente de outros governantes mostrados no jogo, Oswald não possui perfil guerreiro. Ele é inseguro, evita conflitos diretos e prefere buscar acordos sempre que possível. Isso faz com que muitos o vejam como fraco, especialmente em um mundo dominado por batalhas constantes.

Eivor acaba ajudando Oswald a conquistar o respeito necessário para assumir o trono, mostrando que liderança não se resume apenas à força física.
Ao longo desse arco, o jogo trabalha bem o contraste entre poder militar e autoridade moral. Oswald cresce como personagem, aprendendo que governar exige escolhas difíceis, mesmo para alguém que deseja evitar a violência.
2. Rei Rhodri
Rhodri aparece durante os eventos envolvendo o território galês. No jogo, ele é retratado como um governante que entra em conflito direto com os vikings, sendo capturado durante uma campanha liderada por Ivarr. Sua execução por meio da Águia de Sangue é um dos momentos mais chocantes de Assassin’s Creed Valhalla.

A cena serve para reforçar a brutalidade de Ivarr e marcar definitivamente seu caráter imprevisível. Não se trata apenas de um ato de guerra, mas de uma demonstração de poder e terror.
Esse evento tem grande peso narrativo, influenciando diretamente a forma como Eivor passa a enxergar seus aliados e o tipo de legado que os vikings estão construindo na Inglaterra.
1. Aelfred, o Grande
Aelfred é uma das figuras centrais de Assassin’s Creed Valhalla.
No jogo, ele é apresentado como o líder da Ordem dos Antigos, ocupando o cargo de Grande Maegester. Ao mesmo tempo, a narrativa revela que ele busca destruir a própria ordem por dentro, acreditando que ela se desviou de seus ideais originais.

Como rei de Wessex, Aelfred é mostrado como o maior opositor à expansão viking. Diferente de outros governantes, ele não depende apenas da força militar, mas também da fé, da estratégia e da união de seu povo.
Sua presença constante ao longo da campanha cria uma relação complexa com Eivor, marcada por respeito, desconfiança e objetivos que, em certos momentos, se cruzam.
Aelfred não é tratado como um vilão simples. Ele representa um lado oposto da mesma busca por controle e estabilidade, tornando-se um dos personagens mais bem escritos de todo o jogo.
Mude a história do mundo em Assassin’s Creed Valhalla
Ambientado durante as invasões vikings na Grã-Bretanha, Assassin’s Creed Valhalla coloca o jogador no papel de Eivor, um guerreiro que precisa garantir um novo lar para seu clã.
Ao longo da jornada, é possível formar alianças, conquistar territórios, participar de batalhas épicas e influenciar diretamente o destino de diversos reinos. A escolha entre jogar com Eivor masculino ou feminino não altera a narrativa, mas reforça a liberdade oferecida ao jogador.
A saga de Assassin’s Creed
O enredo central da trama de Assassin’s Creed gira em torno do conflito de duas sociedades secretas: Os Templários, ordem que foi fundada em 1129, com o objetivo de estabelecer a paz porém através de um controle social estabelecido pelos mesmos.
E os Assassinos, que embora o nome pareça contraditório, têm o mesmo objetivo, mas almejam isso por meio do livre arbítrio. Com o passar dos anos, indo desde o antigo Egito aos tempos modernos, vemos que essa guerra vem de muito antes das Cruzadas e a raiz do que são os templários e assassinos tomaram vários nomes durante a história.
Ambientado durante as invasões vikings na Grã-Bretanha. Nele, o jogador pode controlar a versão masculina ou feminina de Eivor, e terá a possibilidade de escolher com qual dos dois personagens principais prefere jogar.
Os jogadores devem conquistar um novo futuro para seu clã, conquistando tesouros, forjando alianças e destruindo seus inimigos, porém, existe algo a mais na história, um mistério que envolvem antigas e esquecidas civilizações em seu caminho.
Assassin’s Creed Valhalla estará disponível para as plataformas PS4,PS5, Xbox One, Xbox One Series S, Windows e Stadia. Fale conosco nos comentários e diga se curtiu essa novidade e aproveite para ler mais notícias no nosso site.
