Liberado nesta semana, o beta de Monster Hunter Wilds está recebendo uma chuva de críticas nas redes sociais por seus problemas e gráficos… “clássicos”. E quando digo clássicos, eu quero dizer que ele parece um jogo de PlayStation 1 ou Sega Saturno!

Considerando que o beta está atraindo centenas de milhares de jogadores, os players certamente estão chamando muita atenção. Infelizmente, essa atenção não foi totalmente positiva. Caçadores têm relatado lutas com baixo desempenho, enquanto as transições de LOD (nível de detalhes) aparentemente estão deixando seus jogos cheios de NPCs e modelos monstruosos que parecem saídos de um jogo PS1.
Beta de Monster Hunter Wilds também mostra problemas de desempenho
Atualmente, a primeira página do subreddit Monster Hunter está cheia de jogadores compartilhando as cenas bizarras produzidas pelos problemas gráficos do beta. Em um vídeo da caçada de demonstração introdutória, o monstro de sapo gigante Tetsucabra aparece como um negócio amorfo, sem características identificáveis e membros ausentes. Em outro, o monstro Rey Dau, triturado em LOD, aparece parecendo um corredor de penhascos de Morrowind.
Em outro Reddit, os jogadores compartilhavam suas experiências com o desempenho irregular do beta. “Estou em um Ryzen 5 5 600/RTX 3060, um hardware decente de nível médio, e mal consegui 30FPS sem DLSS em configurações médias”, disse um redditor.

“Definitivamente parece haver um gargalo da CPU ou algo assim quando se trata da taxa de quadros na dentro da cidade do jogo”, disse outro usuário jogando em uma AMD Ryzen 5800X e um Nvidia RTX 3080, “porque eu descobri que mudar as configurações gráficas fazia muito pouca diferença (eu só ganhei 10FPS indo de High/Ultra para Low)”.
Por mais que a gente quisesse dizer o contrário, isso não é uma surpresa. Depois que o Dragon’s Dogma 2 também teve seus problemas de desempenho na época do lançamento, a Capcom não inspirou confiança quando revelou que as especificações recomendadas do sistema Monster Hunter Wilds tinham como alvo apenas 1080p/60fps com as configurações no médio.
Dragon’s Dogma 2 notavelmente recebeu um patch em setembro, seis meses após o lançamento, para melhorar “as taxas de quadros em áreas com muitos NPCs, como os centros da cidade”, que aparentemente estavam sofrendo devido à “carga da CPU”. Ambos os jogos rodam na engine interna da empresa, a RE Engine, da Capcom.
Talvez ela ainda precise passar por alguns aprimoramentos antes de lidar com multidões (ou com monstros grandes). Fale conosco nos comentários e diga se curtiu essa novidade e aproveite para ler mais notícias no nosso site.