10 Jogos Hack and Slash que você deve jogar

Bayonetta

Mate o máximo de inimigos possível nesses incríveis jogos hack and slash

Hack and slash é um gênero de jogo focado principalmente em combate corpo a corpo rápido, estiloso e normalmente cheio de inimigos para derrotar. O termo surgiu originalmente em RPGs de mesa para descrever campanhas que priorizavam batalhas em vez de narrativa, mas acabou sendo adotado pelos videogames ao longo dos anos.

Jogos Hack and Slash
God of War

Em jogos eletrônicos, o gênero costuma colocar o jogador no controle de personagens armados com espadas, machados, lanças ou outras armas de curto alcance, exigindo reflexos rápidos e domínio de combos.

Séries como Devil May Cry (site oficial), Bayonetta (site oficial) e God of War ajudaram a popularizar esse estilo, que se tornou conhecido por misturar ação intensa, combates frenéticos e uma grande sensação de poder durante as lutas. Vamos falar sobre alguns games ao estilo Hack’n’slash que você precisa jogar.

Castlevania: Lords of Shadow

Castlevania já era uma franquia extremamente respeitada muito antes de Lords of Shadow aparecer, então a responsabilidade desse reboot era enorme. Felizmente, o jogo consegue fazer algo que muitos recomeços falham em alcançar: respeitar o material original enquanto cria uma identidade própria.

Aqui acompanhamos Gabriel Belmont em uma jornada para derrotar os Lords of Shadow e, ao mesmo tempo, encontrar uma forma de trazer sua esposa de volta à vida. A aventura passa por cenários enormes, cheios de criaturas sobrenaturais, quebra-cabeças e batalhas que misturam exploração e combate de forma bastante equilibrada.

Some isso a uma direção de arte muito forte, uma trilha sonora excelente e uma ambientação sombria que combina perfeitamente com a série, e o resultado é um dos jogos mais interessantes que Castlevania já recebeu.

Hades

Poucos jogos conseguiram causar o impacto que Hades causou quando foi lançado. A ideia parece simples: você controla Zagreus, filho de Hades, tentando escapar do Submundo e chegar ao Monte Olimpo. O que transforma essa premissa em algo especial é a forma como tudo funciona junto.

O combate é rápido, responsivo e extremamente viciante, enquanto os elementos de RPG ajudam a dar profundidade a cada tentativa de fuga. Ao mesmo tempo, o jogo apresenta personagens carismáticos, diálogos excelentes e uma direção artística impressionante inspirada na mitologia grega. É um daqueles raros casos em que gameplay, narrativa, visual e trilha sonora parecem trabalhar na mesma direção o tempo inteiro.

Metal Gear Rising: Revengeance

Metal Gear Rising é um daqueles jogos que parecem completamente absurdos no papel, mas funcionam melhor do que deveriam. Em vez de controlar Snake, você assume o papel de Raiden, um ciborgue especializado em cortar praticamente qualquer coisa que apareça na frente dele.

A história gira em torno de uma organização terrorista chamada Winds of Destruction, mas convenhamos: a narrativa aqui quase serve como desculpa para colocar o jogador em algumas das batalhas mais exageradas da geração.

O combate é extremamente rápido, cheio de golpes espetaculares e momentos absurdamente memoráveis. E como se isso não bastasse, o jogo ainda mistura humor, exagero e chefes acompanhados por músicas que conseguem transformar cada luta em um evento.

God of War

Depois de destruir praticamente todo o Olimpo, Kratos poderia facilmente continuar repetindo a mesma fórmula dos jogos anteriores. Em vez disso, God of War decidiu seguir um caminho diferente. A mudança para a mitologia nórdica trouxe novos cenários, novos inimigos e uma nova fase da vida do personagem.

Agora acompanhado de Atreus, seu filho, Kratos deixa de ser apenas uma máquina de destruição e passa a mostrar lados que raramente apareciam nos jogos antigos. O combate continua excelente, com a já famosa Leviathan Axe roubando a cena em diversos momentos, mas é a relação entre pai e filho que acaba se tornando o verdadeiro coração da aventura. O resultado é um jogo que consegue ser grandioso sem abandonar o lado mais humano dos seus personagens.

Ninja Gaiden: Master Collection

Se existe uma palavra para definir Ninja Gaiden, provavelmente seria intensidade. A Master Collection reúne alguns dos jogos mais conhecidos da franquia e mostra exatamente por que Ryu Hayabusa se tornou um dos ninjas mais famosos dos videogames.

A série mistura combate extremamente rápido, dificuldade elevada e uma enorme variedade de armas que vão de espadas tradicionais até shurikens e outras ferramentas clássicas dos ninjas. Além de Ryu, a coletânea também permite jogar com personagens como Ayane, Rachel, Momiji e Kasumi de Dead or Alive, cada uma trazendo habilidades próprias para o combate.

O resultado é uma coleção que consegue reunir algumas das experiências de ação mais frenéticas e desafiadoras disponíveis atualmente. E se gosta de ninjas, leia sobre Shinobi aqui.

Middle-earth: Shadow of War

Fazer um jogo ambientado na Terra-média já é um desafio enorme. Fazer um que consiga expandir esse universo sem parecer apenas uma adaptação qualquer é ainda mais difícil. Shadow of War consegue isso ao pegar elementos conhecidos das obras de Tolkien e transformá-los em uma experiência própria.

O mundo aberto oferece uma quantidade enorme de conteúdo, enquanto o famoso Sistema Nemesis continua sendo uma das ideias mais interessantes já vistas em jogos de ação. A sensação de construir seu próprio exército, enfrentar capitães inimigos e criar rivalidades inesperadas faz com que cada campanha pareça um pouco diferente. Para quem gosta do universo de O Senhor dos Anéis, é uma das adaptações mais interessantes já produzidas.

Sekiro: Shadows Die Twice

A FromSoftware já era conhecida por criar jogos difíceis, mas Sekiro decidiu seguir um caminho próprio. Em vez de focar apenas em atributos e equipamentos, o jogo coloca toda a responsabilidade nas mãos do jogador. Você controla Wolf, um shinobi que parte em uma jornada para resgatar seu mestre e se vingar daqueles que o traíram.

O cenário inspirado no Japão feudal é um espetáculo por si só, cheio de templos, castelos e paisagens impressionantes. Mas o verdadeiro destaque está no combate, que exige precisão, reflexos e domínio do sistema de aparar golpes. Cada vitória parece merecida, e cada chefe derrotado passa a sensação de que você realmente melhorou durante a jornada.

Bayonetta

Bayonetta é o tipo de jogo que abraça completamente o exagero e funciona justamente por causa disso. A protagonista é uma bruxa poderosa que perdeu suas memórias e acaba se envolvendo em uma história repleta de anjos, magia e batalhas completamente absurdas. O combate é rápido, estiloso e cheio de personalidade, permitindo que Bayonetta utilize armas e habilidades de maneiras que poucos jogos sequer tentariam.

A própria personagem domina a tela o tempo inteiro, misturando confiança, humor e carisma de uma forma difícil de ignorar. É um jogo que entende perfeitamente o que quer ser e não tem medo nenhum de levar suas ideias ao limite.

NieR: Automata

NieR: Automata é um daqueles jogos que conseguem usar a ação para contar algo muito maior. A história acompanha 2B, uma androide enviada à Terra durante um conflito entre máquinas e forças artificiais criadas pela humanidade.

O que começa como uma missão relativamente simples rapidamente se transforma em uma narrativa cheia de questionamentos sobre identidade, propósito e existência. O combate funciona muito bem, mas boa parte do impacto vem da atmosfera melancólica que acompanha a aventura do início ao fim.

Os cenários, a trilha sonora e os personagens trabalham juntos para criar uma experiência que permanece na memória muito tempo depois dos créditos finais.

Devil May Cry 5

Devil May Cry 5 tinha uma missão complicada: corresponder a anos de expectativa dos fãs. Felizmente, o jogo não apenas consegue isso como entrega uma das melhores experiências da franquia. A história acompanha Nero enquanto tenta descobrir o que está acontecendo em Red Grave City após o surgimento da gigantesca árvore demoníaca conhecida como Qliphoth.

O combate de Devil May Cry continua sendo o grande destaque, principalmente graças ao sistema de estilo que recompensa criatividade e incentiva o jogador a criar combos cada vez mais elaborados. Somando isso ao retorno de personagens clássicos, gráficos excelentes e uma jogabilidade extremamente refinada, o resultado é um Devil May Cry 5 que representa muito bem tudo aquilo que tornou Devil May Cry uma das séries de ação mais importantes dos videogames.

Fale conosco nos comentários e diga se curtiu essa novidade e aproveite para ler mais notícias no nosso site.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *